Um evento único, organizado para celebrar a trajetória, os valores e o legado da Grande Loja do Estado de São Paulo em seus 99 anos de existência. Uma noite de gala, especialmente concebida para marcar, com distinção e solenidade, o início das comemorações do centenário da Potência paulista. A Sala São Paulo, um símbolo de elegância, tradição, cultura, história e bom gosto, foi cuidadosamente escolhida para receber os irmãos, as cunhadas e os convidados para a comemoração do aniversário da Glesp.
“Nós temos o Teatro Liberdade, mas é um espaço que não comportaria todos os convidados. A Sala São Paulo também não é muito grande, apesar de a sala de concerto receber 1.400 pessoas, mas é um lugar histórico, e muitos irmãos ainda não a conhecem, principalmente os maçons de outras cidades. É algo diferente, que traz tradição e classe, e o evento merece tudo isso, pois é o lançamento do Centenário da Glesp, que vai até julho do ano que vem, quando ocorrerá a apoteose”, explica o Grande Secretário de Eventos, Luiz Antonio Novi.
Até o momento, os convites são destinados a casais, e a expectativa é que cerca de 1.200 pessoas compareçam à solenidade. “Um detalhe importantíssimo é que parte do valor pago no convite vai ser revertida para o Tronco de Solidariedade, então esperamos uma arrecadação recorde, que também entrará para a história”, comenta o irmão Novi.

A programação da noite também é motivo de destaque. Os convidados serão recebidos com um welcome drink, no Hall Principal da Sala São Paulo. É um coquetel livre, sem mesas, para que as pessoas possam interagir. Em seguida, na Sala de Concertos, a Orquestra Sinfônica Carlos Gomes fará uma apresentação, sob a regência do irmão e maestro Ricardo Rossetto Mielli. “Será um repertório muito especial, totalmente direcionado ao centenário, pois a orquestra apresentará trilhas sonoras de filmes tradicionais, que marcaram todos esses anos de existência da Glesp, além de músicas brasileiras. Teremos cantores convidados, maçons ou sobrinhos, que irão abrilhantar ainda mais a apresentação”, revela o Grande Secretário de Eventos da Glesp.
Após o concerto, o público se dirigirá para um outro ambiente da Sala São Paulo, onde será servido um requintado coquetel, um finger food, pelo Vivace Gastronomia, que é o restaurante que trabalha dentro do complexo. Tanto na recepção dos convidados na entrada do evento, quanto nesse momento após o concerto, o grupo The Avalon, que faz apresentações musicais unindo o clássico e o contemporâneo, será responsável pela animação. “Pela nossa programação, esperamos que o evento se estenda até a meia-noite. Vai ser um espetáculo que irá encher os olhos dos irmãos e dos convidados em geral”, finaliza o Grande Secretário de Eventos, Luiz Antonio Novi.

A Sala São Paulo
De estação de trem a sala de concertos, a Sala São Paulo está sediada no Complexo Cultural Júlio Prestes. É um patrimônio histórico e ponto turístico da cidade, além de casa da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Entre 1997 e 1999, o arquiteto Nelson Dupré, em parceria com Luizette Davini, responsável pela coordenação do projeto, e a Artec (atual Arup), referência em acústica, conduziram a obra. Destacam-se também as contribuições do arquiteto Ismael Solé, do engenheiro de som e maestro Christopher Blair e do engenheiro Bernard Baudouin, da Akustiks.
Entre as sugestões do projeto estava a instalação do famoso forro móvel do teto, que permite dar flexibilidade acústica ao ambiente. A solução era inovadora e única no mundo, capaz de regular o volume total de ar, de maneira a ser possível obter alturas diferentes sobre o palco e plateia e afinar a sala para cada tipo de evento musical. O “teto que se mexe” é composto por quinze painéis, com espaçamento estrategicamente definido. A flexibilidade sonora é alcançada com o deslocamento das placas.

Após dois anos de reforma, no dia 9 de julho de 1999, o jardim da antiga estação de trem foi restaurado e transformado em uma sala de concertos. Na inauguração, a Osesp apresentou a Sinfonia nº 2 – Ressurreição, de Gustav Mahler, sob regência de John Neschling. No ano seguinte, a Sala São Paulo recebeu o Prêmio Internacional de Honra 2000 da United States Institute for Theatre Technology.
Diante de uma plateia de 1.500 pessoas, o arquiteto Richard Blinder, responsável pela restauração da Grand Central Station de Nova York, elogiou o projeto “pelo impressionante trabalho de arquitetura efetuado ao transformar uma estação ferroviária em uma fantástica sala de concertos”. Em 2015, o jornal inglês The Guardian incluiu a Sala São Paulo dentre as “10 das melhores salas de concerto do mundo”, ao lado da Philharmonie de Paris e de Berlim e da Grande Sala do Musikverein, de Viena.
Hoje, quase 27 anos depois de inaugurado, o espaço já atraiu mais de meio milhão de visitantes e acolhe uma intensa agenda de concertos da Osesp e de artistas e orquestras de todo o mundo, além de todas as atividades dos Programas Educacionais da Osesp.

Editorial do Sereníssimo Grão-Mestre – Março/Abril 2026

Caros Irmãos, O processo eleitoral em nossas lojas, mais que um momento de cumprir uma disposição regimental, reafirma a essência da nossa vida maçônica. Eleger um Venerável Mestre e os demais Oficiais é, sobretudo, um exercício de confiança, fraternidade e responsabilidade. Trata-se da oportunidade para que irmãos cresçam, aprendam e contribuam para o fortalecimento da loja. Desde 2022, temos reiterado a importância de fortalecer, de....
Continue lendo
























